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MUSEU VICTORIA & ALBERT EM DUNDEE, ESCÓCIA É CONSTRUÍDO COM PEÇAS DE PRÉ-FABRICADO DE CONCRETO.

01/02/2019 | Conteúdo

O primeiro museu Victória e Albert, focado na área do Design, construído fora das torres de londres, acima do rio Tay, nos subúrbios de Dundeee, é uma releitura das falésias localizadas nas áreas mais rurais escocesas. Para simular a textura escarpada das formações naturais, o arquiteto japonês Kengo Kuma usou diversas formas de concreto.

 

O design aparenta duas pirâmides invertidas, cada com três andares, posicionadas horizontalmente aparentando toldos pavimentados de concreto. O esqueleto consiste de camadas de vigas de concreto pré-fabricado com bordas lisas com toda a volta exposta em um deslocamento gradual. As vigas suportam aproximadamente 36.000 metros quadrados de fachada de concreto com um acabamento fosco da cor preta, que é a cor das rochas escocesas. Faixas horizontais do concretos são revestidas em pedra reconstituída para permitir ventilação e luz natural e prover massa termal.

 

A empreiteira contratada precisou superar dois desafios principais:

  • Instalar uma ensecadeira, um recinto construído dentro de um corpo de água visando evitar o alagamento, para que pudessem construir uma seção do prédio dentro do rio
  • Colocar paredes reforçadas com concreto, que se curva tanto horizontalmente quanto verticalmente enquanto sobem na construção. Para acomodar essa geometria, foi necessário a encomenda de peças sob medida de forma livre, que permitisse o escoramento.

 

O museu de 94 milhões de dólares (aproximadamente 342 milhões de reais), abriu em setembro de 2018.

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